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Willian em preto e branco, de camiseta preta, segurando óculos escuros em um estacionamento.

Willian Figueiredo

Desenvolvimento Web & Mobile

Minha história

Minha relação com tecnologia começou muito antes da faculdade. Desde os 12, 14 anos, eu sempre me envolvi com coisas que me aproximavam de quem estava do outro lado da tela. Foi por isso que comecei pelo design. Antes mesmo de pensar em engenharia de software, eu já queria entender como uma interface poderia transmitir uma ideia, facilitar uma tarefa e fazer alguém se sentir confortável utilizando aquilo que eu havia criado.

Com o tempo, essa curiosidade deixou de ser apenas visual. Eu não queria somente desenhar as telas, queria entender como elas funcionavam, como eram construídas e como poderia transformar minhas próprias ideias em produtos reais. Foi assim que fui me aproximando cada vez mais do desenvolvimento de software.

Na faculdade, tive a oportunidade de experimentar muitas áreas diferentes da tecnologia. Participei de grupos estudantis, projetos e iniciativas envolvendo desenvolvimento, inteligência artificial e outras áreas da computação. Essa liberdade de experimentar foi importante para entender melhor o tipo de profissional que eu queria me tornar. Passei por diferentes tecnologias, linguagens e formas de construir software, mas percebi que existia algo em comum em praticamente tudo que mais me interessava: a proximidade com o usuário e com o produto.

Hoje, meu foco está principalmente no desenvolvimento Web e Mobile, unindo engenharia, desenvolvimento de interfaces, experiência do usuário, acessibilidade e design. Gosto de entender o produto como um todo, desde a ideia inicial e a identidade até a experiência final de quem vai utilizá-lo. Não quero apenas receber uma tela e transformá-la em código. Quero participar das decisões, questionar, propor, experimentar e encontrar maneiras de elevar o nível do produto.

Minha forma de desenvolver começa pelas pessoas. Antes de pensar em framework, linguagem ou arquitetura, gosto de entender qual problema estou tentando resolver, quem vai utilizar aquilo e como posso tornar essa experiência mais simples, confortável e natural. Depois disso, tecnologia e design passam a trabalhar juntos para construir a solução.

Minha maior motivação é justamente conseguir ajudar pessoas através daquilo que eu crio. Quero transformar a experiência de alguém, mesmo que seja em algo aparentemente pequeno. Quero que uma tela seja mais fácil de entender, que uma ação exija menos esforço, que uma pessoa que normalmente teria dificuldade com tecnologia consiga utilizar um produto sem se sentir perdida. Para mim, uma boa experiência é aquela em que a tecnologia deixa de ser uma barreira e passa a facilitar a vida.

Também existe uma característica muito pessoal na forma como eu construo meus projetos: eu gosto de deixar um pouco de mim em cada um deles. Não quero criar produtos genéricos ou simplesmente repetir aquilo que já existe. Gosto de colocar minha personalidade, minhas ideias, meu cuidado com os detalhes e minha maneira de enxergar experiência em tudo que faço.

Quero que exista sempre um pequeno sinal de que fui eu quem passou por aquele projeto. Pode estar em uma interação, em uma animação, em uma decisão de interface, na identidade visual, na forma como uma funcionalidade foi pensada ou simplesmente em algum detalhe que tornou aquela experiência diferente. Quero olhar para algo que construí e conseguir dizer: “tem um pedaço meu aqui”.

É por isso que meu objetivo não é apenas construir software que funcione. Quero construir coisas que sejam reconhecidas. Produtos, projetos e identidades que tenham personalidade, consistência e uma experiência própria. Quero que as pessoas consigam utilizar alguma coisa que fiz e perceber que houve intenção em cada decisão.

No longo prazo, quero me tornar um grande engenheiro de software, com conhecimento técnico suficiente para construir soluções complexas, mas também com repertório e sensibilidade para elevar o nível de cada produto do qual eu fizer parte. Quero ser o profissional que consegue olhar para uma ideia e enxergar possibilidades que ainda não foram exploradas, combinando engenharia, produto, experiência e criatividade para transformar essa ideia em algo melhor.

Não quero ser definido somente por uma tecnologia, uma linguagem ou uma área específica. Quero construir uma base forte o suficiente para transformar ideias em produtos e contribuir em diferentes partes desse processo.

No fim, é isso que busco: construir coisas que tenham identidade, que sejam lembradas e, principalmente, que façam diferença para quem está usando. Quero continuar colocando meu conhecimento, minhas ideias e um pouco de quem eu sou em cada projeto que eu tocar.